Nasceu a ‘Profe Capivara’
A origem não veio de um plano mirabolante, mas de algo raro e poderoso: a escuta. Dentro da sala de aula, Katia percebeu que o problema não era apenas entender números — era se sentir capaz de dialogar com eles. Faltava leveza. Faltava identificação. Faltava humanidade. Foi aí que a capivara apareceu como resposta.
Animal símbolo de tranquilidade, convivência e paciência, ela passou a representar exatamente aquilo que a professora acredita que a educação precisa oferecer. O que começou como uma ideia espontânea ganhou contorno, voz, histórias — e agora, páginas.
O resultado é o lançamento de Tabuada Encantada da Prof. Capivara e o Museu dos Cálculos Perdidos, obras que misturam narrativas e raciocínio lógico, fantasia e conteúdo, criando uma ponte pouco comum entre emoção e exatidão.
O convite para entrar nesse universo já começa com uma imagem simples e poderosa:
“Você já percebeu que aprender matemática é como subir os degraus de uma escada, degrau por degrau, até você chegar no topo?”, diz a professora Katia ao assumir o papel de Profe Capivara.
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